Formatos de Varejo de Moda

Conheça os principais formatos de varejo de moda.
Lojas de Departamento: uma loja de departamento exibe diversas linhas de produtos, onde cada linha é operada como departamento independente, que é administrado por um especialista. O futuro dessas lojas provavelmente vai depender da sua capacidade de definir, de forma mais precisa, os segmentos de mercado que elas querem alcançar.
Lojas de Especialidades: uma loja de especialidade possui estreita linha de produtos com um profundo sortimento dessa linha. As lojas de especialidades podem ainda ser subclassificadas em função do grau de abrangência de sua linha de produtos. Uma loja de roupas é classificada como uma loja de linha única; já uma loja de roupas masculinas é classificada como uma loja de linha restritiva e uma loja de camisas masculinas sob encomenda é uma loja superespecializada.
Lojas Independentes: são as lojas de apenas um estabelecimento. Constituem-se a grande maioria do comércio varejista de moda. Caracteriza-se pela simplicidade administrativa e frequentemente pelo atendimento personalizado aos clientes, devido ao contato mais direto entre proprietários ou gerentes com clientes. São geralmente lojas especializadas.
Outlet Center: trata-se de um centro de compras – shopping center – compreendido em sua maior parte por lojas de fabricantes, vendendo suas próprias marcas, com desconto, além de varejistas off-price.
Lojas off-price: as off-price são lojas de roupas, calçados e acessórios que comercializam produtos de marca com a sua etiqueta original. Os preços são bastante inferiores porque as mercadorias são pontas de estoque, quebras de grade ou fora de temporada. A loja, nesse caso, é multimarca.
Lojas de ponta de estoque: o conceito assemelha-se ao de off-price, porém a loja é de propriedade do varejista que detém a marca das mercadorias. É uma loja das lojas de sua rede, só que nela os produtos estão permanentemente em liquidação.
Lojas de fábrica: são aquelas de propriedade de um fabricante e onde se comercializam mercadorias com defeitos imperceptíveis ou pequenas irregularidades, mercadorias perfeitas de coleções anteriores, roupas que não tiveram boa aceitação ou pedidos cancelados.
Catálogos: a venda por intermédio de catálogos tornou-se uma realidade no mercado brasileiro a partir de 1994 graças à estabilidade econômica no país. Através dos Correios é possível atingir 90% dos domicílios e tornar-se bastante acessível aos consumidores. Para o sucesso desse canal é imprescindível ter uma segmentação detalhada da base de clientes, ou seja, variáveis de perfil e histórico de compras, incluindo tíquete médio e atualização cadastral.
Boutique: uma loja, geralmente de pequenas dimensões, especializada na comercialização de artigos finos, peças de vestuário, bijuterias etc., muitas vezes de confecção própria, especial ou de importados.
Grifes: é uma empresa criadora, produtora e/ou distribuidora comercial de artigos de vestuário, a qual está amparada por luxuosos nomes de estilistas renomados, os quais empregam seus nomes como a própria marca.
Mercados Livres: é o lugar onde as pessoas tradicionalmente esperam encontrar barganhas. As peças de moda vendidas são similares as das lojas de desconto, embora também tenham características alternativas e ligadas ao universo underground, estes são espaços para a apresentação de novos talentos e novas ideias nas áreas das artes, música, moda e comportamento.  Os mercados livres têm o objetivo de facilitar a exposição e comercialização das obras de jovens criadores e estudantes de moda que querem capitalizar seus talentos e testar o público-alvo, haja vista que uma das características deste tipo de evento é juntar muitos gêneros de públicos e produções diferentes num mesmo espaço. Na Europa são conhecidos como “Mercados de Pulgas” e no Brasil os dois eventos mais importantes são o “Mercado Mundo Mix” e o “Mambo Bazar”.
Maisons: este tipo de varejo admite duas classificações. Na primeira visão, maisons são as casas que produzem Alta Costura e que estão situadas no famoso triângulo de avenidas próximas ao Arco do Triunfo em Paris, além de atenderem, naturalmente, todos os requisitos da Câmara Sindical de Alta Costura. No outro ponto de visto, mais abrangente, haja vista que as maisons de Alta Costura estão em extinção, adota-se como conceito as mansões localizadas em bairros nobres das grandes capitais que se destinam a venda de produtos importados das grandes grifes mundiais. As vendedoras são bem educadas e informadas, dispostas a acompanhar uma cliente por horas, mesmo que nada seja comprado naquela ocasião, tudo isso ambientado num espaço acolhedor e requintado o suficiente para fazer a cliente sentir-se na sua própria casa.
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