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DESTAQUE

17/11/2014

ANÁLISE DA HARMONIA DE CORES EM VITRINES

Teoria sobre harmonia de cores não falta para ser estudada. Inclusive em nossos artigos você poderá encontrar várias opções. Mas direcionada para vitrinismo e com análise de projetos reais isso sim é difícil! Pensando nisso promovemos a análise de cores em quatro vitrines, favorecendo o entendimento e aplicação das harmonias nos espaços comerciais. 

Nessa primeira vitrine o tipo de harmonia de cores usada foi a Harmonia Complementar. Esse tipo de harmonia acontece quando duas cores opostas no círculo cromático (a 180 graus uma da outra) são combinadas. Essa combinação oferece alto contraste, o que é ideal para atrair a máxima atenção do consumidorDica: escolha uma cor que será dominante, a outra cor deve estar representada em detalhes. Como no exemplo, no qual todo o fundo da vitrine está em violeta e apenas 3 elementos (os guarda-chuvas) estão em amarelo.



Nessa vitrine o tipo de harmonia de cores usada foi a Harmonia Concordante (ou Harmonia do Complemento Dividido). É a harmonia conseguida através da mistura de uma tonalidade da escala com as duas vizinhas da cor diretamente oposta a primeira. Utiliza uma cor como principal e duas adjacentes ao seu complementar. Oferece grande contraste sem gerar muita tensão. Dica: utilize uma cor quente como destaque para dar enfase na cores frias. 



O tipo de harmonia de cores usado nesse exmplo é a Harmonia Quadricromática Quadrangular. A harmonia de 4 cores raramente é empregada no varejo, pois sua complexidade pode mais confundir do que explicar, gerando o caótico.  Dica: escolha uma cor como sendo a dominante, 2 cores subordinadas e 1 última cor para dar destaque.


A utilização das cores nesse exemplo foi feita a partir de um degrade de cores do Círculo Cromático. Pelo ângulo que em a foto foi feita percebe-se que o degrade de cores começa no verde, passando pelo amarelo, laranja até chegar no vermelho. Provavelmente as outras cores do círculo estão na parte que não pode ser vista na foto.


* Carla Barroso Marks é colunista colaborativa do MMdaMODA. Tecnóloga em Processamento de Dados e Pós-Graduada em Gerenciamento de Marketing, trabalha na área de Visual Merchandising & Store Design desde de 2003 no varejo de moda e também atua na área como consultora (carlamarks@terra.com.br) 

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12/11/2014

VITRINES DE NATAL

Texto por Lilian Monteiro*

O evento mais importante do varejo está chegando: o Natal. Essa é a época mais esperada pelos lojistas e, para atrair os consumidores às compras, a decoração da vitrine deve ser trabalhada de forma que encante e atraia o cliente para dentro da loja.

A vitrine de Natal é o símbolo do comércio durante o mês de dezembro. Cada loja investe num tipo de decoração diferente para tornar o ambiente comercial mais atraente. Ao criar uma vitrine para o Natal é necessário pensar na decoração de forma estratégica conforme a realidade de cada empresa, para que o seu público-alvo realmente se identifique, entre no clima natalino e se renda as compras. O que determina essa estratégia é a forma como a empresa quer divulgar seus produtos para seu público e pode ser feita de diversas formas.      
                                          
 A vitrine pode ter um apelo mais comercial, dando ênfase nos produtos mais competitivos em relação a preço x concorrência com decorações tradicionais de natal como árvore, bolas, caixas de presentes, de forma simples e clara.

– A vitrine pode ter uma estratégia mais conceitual na qual os elementos de Natal têm mais destaque que o produto.

 Podemos ter vitrines de Natal sem produtos, uma vitrine 100% conceitual, na qual os elementos tradicionais são feitos de forma inovadora.

 A vitrine pode envolver o cliente no clima natalino com elementos nada tradicionais, sair totalmente do óbvio é uma forma de surpreender, encantar e chamar e atenção para a sua loja.

Como podemos ver as estratégias são inúmeras e o que decide é exatamente a ênfase e os objetivos de cada empresa. Veja a seguir alguns exemplos de vitrines com elementos tradicionais, nas quais o foco principal é o produto, e a decoração foi feita de forma atraente para envolver o cliente no clima de Natal.












*Lilian Monteiro é colunista colaborativa do MMdaMODA. Formada em Moda pela Faculdade Santa Marcelina, com especialização em Consultoria de Moda e Estilo pelo Senac, atua no varejo como Coordenadora Regional de Visual Merchandising nos segmentos de Vestuário e Lar e possui uma marca própria de Camisetas que leva seu nome desenvolvendo trabalhos artesanais (liliansantos.monteiro@gmail.com|www.lilianmonteiro.com.br | https://www.facebook.com/pages/Lilian-Monteiro-Consultoria-de-Moda-e-Estilo) 

10/11/2014

INDICAÇÃO: MR. SELFRIDGE

Texto por Surya Guimaraens*
Esses dias me deram uma dica que eu não poderia deixar de compartilhar, uma série que muitos profissionais de visual merchandising vão amar: Mr. Selfridge. Baseada no livro “Shopping, Sedução & Mr Selfridge”, a série britânica conta a história de Harry Gordon Selfridge.

Mr. Selfridge dedicou sua vida para a loja de departamento mais moderna e inovadora para a época, a Selfridge’s Co, em funcionamento até hoje. A série conta como surgiu esse comércio, que na época revolucionou a forma como as pessoas consumiam e a vida de Harry Selfridge que, apesar de ser americano, fez história em Londres e deixou para sempre sua marca.

Entre dramas familiares, Mr. Selfridge vai mostrando sua genialidade, as dificuldades que passou para conseguir por de pé sua grandiosa loja de departamentos. As imensas vitrines que apresentavam os melhores produtos, a evolução da vitrine que além de ser muito grande, a noite ficava iluminada para seduzir as pessoas que passavam em frente à loja na volta do cinema e teatro.

Aberta desde 1909, a Selfridges também revolucionou o mundo do visual merchandising ao iluminar as vitrinas durante o anoitecer e mesmo quando a loja já estava fechada 
Encantou as pessoas ao colocar um avião dentro do estabelecimento, aproveitando o pouso forçado do aviador Louis Blériot, após passar pelo Canal da Mancha, um empresário sempre antenado e preparado para aproveitar as oportunidades que surgiam para divulgar seu negócio. Usou dançarinas e artistas famosas da época para estamparem suas campanhas publicitárias, essas mulheres frequentavam a loja com o intuito de atrair o público, trazer glamour e encher os olhos dos clientes.

Uma das vitrinas cenográficas da Selfridge´s, em 1920.

Criou estratégias de exposição de produtos para que os clientes sentissem a vontade para tocar, experimentar, aumentando assim o desejo de compra. Produtos que antes eram vendidos no interior da loja no setor de farmácia, como maquiagens e perfumaria foram colocadas na frente da loja para impulsionar a venda de produtos de beleza - um tabu para a época.

A Selfridge’s Co torna-se aos poucos um ponto de encontro para as amigas, comprar é mais que uma necessidade básica, fisiológica, é um prazer, é divertido, homens e mulheres tinham uma experiência de compra inesquecível naquele ambiente.

Vale a pena assistir, a trama é bem feita, envolvente, cada detalhe é uma inspiração. A série passa no canal Fox Life e os dez primeiros capítulos estão disponíveis no Netflix. Espero que gostem da dica!


*Surya Guimaraens é colunista colaborativa do MMdaMODA. Formada em Relações Públicas, cursou Visual Merchandising e Produção de Moda no Senac. Hoje atua no varejo de moda, responsável pela aplicação das técnicas de VM em uma loja de departamentos e trabalha como designer de bijuterias para marca que leva seu nome (surya@suryaguimaraens.com.br).
 
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