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DESTAQUE

17/09/2014

ONDE AFIXAR O ALARME NOS PRODUTOS?

Você pode nunca ter se questionado sobre o local ideal para se afixar um alarme na peça de roupa, mas já deve ter vivenciado alguma má experiência em função da sua localização!

Existe uma tendência no varejo de moda para migração aos sistemas antifurto mais discretos e menos incômodos, como as etiquetas em serigrafia que podem ser "escondidas" no próprio produto. 

Alguns painéis de tendências têm apontado para remoção dos totens de alarme (aquelas antenas que ficam na entrada das lojas), já que para o consumidor, aquilo e os grandes alarmes afixados nos produtos funcionam como uma acusação antecipada, que diz "cliente, você é um potencial ladrão". 

Mas, enquanto o uso das etiquetas discretas não se dissemina, as tradicionais bolachas continuam na rotina do varejista e saber usá-las pode contribuir muito na construção de uma relação agradável com o consumidor. 

As etiquetas de alarme são equipamentos afixados para proteção dos produtos comercializados nas lojas. Têm a função de emitir sinal de radiofrequência para detecção das antenas de alarme. São compostos de um plástico (comumente chamado de Bolacha) e um pino que, acoplados entre si e afixados junto a peça de roupa permitem a movimentação do produto apenas no interior da loja, devendo ser retirados por meio de desacopladores apenas após a efetivação da compra pelo cliente.

1. Procure afixar o pino na parte em que exista uma costura do produto, permitindo que o furo não danifique o fio do tecido.

2. Para malhas, é recomendável esticar o tecido um pouco para introduzir o alarme entre os fios, não os rompendo.

3. A etiqueta de alarme deve ser afixada de modo a deixar sempre a parte do plástico para o lado de fora do produto e o pino para dentro, permitindo assim que o cliente prove o produto sem desconforto.

4. Para peças do tipo tops (partes de cima) evite afixar os alarmes nas partes altas, como gola e capuz, pois alteram o caimento do produto na prova.

5. Para peças do tipo bottom (partes de baixo) afixe o alarme na parte de cima, próximo a cintura.

6. Posicione os alarmes sempre a sua direita no produto para padronizar a exposição e localização pela equipe de vendas.


7. Mantenha o alarme na face posterior do produto para não ficar visível na exposição na área de vendas e nem na apreciação no provador pelo cliente.

Novo modelo de etiqueta anti-furto: mais prática e discreta, ela incomoda menos o consumidor. É removida pelo próprio cliente em sua residência.  
*Eduardo Vilas Bôas coordena o MMdaMODA. Graduado em Moda, pós-graduado em Gerenciamento de Marketing e pós-graduando em Comunicação e Semiótica, além de vários cursos de extensão universitária em visual merchandising, tem experiência em Coordenação de Visual Merchandising para uma grande rede de lojas e com Marketing de Moda para uma tradicional marca de fitness wear. Desenvolve pesquisas na área, além de ministrar cursos e consultoria de visual merchandising. É também docente do Senac São Paulo e colunista do Portal Audaces sobre educação de moda (contato@mmdamoda.com.br).


15/09/2014

GUTO REQUENA ABORDA DESIGN DAS EMOÇÕES EM PALESTRA NA ARQUITEC


*Texto por Cristiane Mendes

Campinas recebeu na última sexta-feira, 12/09, o ilustre Arquiteto Guto Requena (apresentador do canal GNT) para uma palestra organizada pela Escola Arte & Design ARQUITEC. O evento teve como intuito promover a primeira Pós-Graduação em Design de Interiores da região e o MMdaMODA esteve presente na palestra sob o tema “Design, Memória e Comportamento na Era Digital”, na qual Requena abordou a tecnologia e suas possibilidades para criação de novos projetos de Arquitetura e Design.


Guto Requena é arquiteto graduado pela USP. Foi pesquisador do Nomads (Núcleo de Estudos de Habitares interativos) de 2000 a 2008 e professor de Design na Escola Panamericana e Instituto Europeu de Design (IED). É apresentador e roteirista do programa “Nos triques” do Canal GNT. Desde 2012 Guto é colunista do Jornal A Folha de São Paulo.

A palestra teve início com um regresso aos anos 40 e 50 para explicar sobre a revolução do design nas casas e principalmente nos objetos dessa época. Guto considera essa geração nascida nos anos 80 seres migrantes, ou seja, nasceram em uma era totalmente analógica e morrerão em uma era digital.

A cultura digital, segundo Requena, vem transformando a arquitetura e o design e buscam muito mais uma boa experiência que a própria estética. Um grande exemplo disso é o projeto “Love Project” uma parceria do estúdio Guto Requena em colaboração com a D3, que surgiu da vontade de transformar sentimentos e emoções em objetos de design.

O projeto busca transformar histórias de amor contadas por diferentes pessoas em objetos únicos que carregam histórias íntimas e pessoais, além de serem sustentáveis, uma vez que as pessoas não descartariam facilmente um objeto com tamanho valor sentimental.Através de gravações de áudio, da alteração dos níveis de suor e calor emitidos pelo corpo e o ritmo dos batimentos cardíacos capturados através de sensores é possível transformar os diferentes inputs numa única linguagem e materializar essas emoções no design de um objeto.


As emoções capturadas são responsáveis por gerar a forma do objeto através do movimento das partículas. Aspectos como força, atração e repulsão causam variações de velocidade nos rastros das partículas e isso impacta diretamente na forma final do objeto.
O arquivo final do processo de mapeamento pode ser enviado a uma impressora 3D e materializar o produto.




A ideia agora é avançar com esse projeto para um aplicativo de celular, de modo que qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo possa criar seu próprio objeto através de sua narrativa e imprimir numa impressora 3D em sua própria casa. 


*Cristiane Mendes é colunista do MMdaMODA. Bacharel em Moda com Especialização em Gestão do Design na Indústria da Moda, atua no varejo de moda e multilar como Coordenadora de Projetos de Visual Merchandising. É também ilustradora e professora de moda (crispimentta@gmail.com - www.crispimentta.blogspot.com)

10/09/2014

MARKETING OLFATIVO PARA O VISUAL MERCHANDISING DE MODA

clique na imagem para vê-la maior
Texto por Eduardo Vilas Bôas*

O olfato é o sentido humano com maiores possibilidades de conexão afetiva com uma marca. O repertório olfativo de um indivíduo tem uma permanência na memória maior do que o repertório visual, pois as imagens fixam-se por alguns meses, enquanto o cheiro, por anos. E se apresentar algum envolvimento emocional significativo, durará pelo resto da vida.

Assim, associar uma fragrância a uma marca e ao ponto de venda é praticar o Marketing Olfativo – entendido como a nova fronteira do marketing. Para tanto, essa mensagem deve estar alinhada às estratégias de marketing da marca e corresponder às expectativas do público-alvo.

O uso de aromas com finalidade comercial foi usado pela primeira vez para manter os apostadores mais tempo diante das mesas de jogos nos cassinos de Las Vegas, EUA, ainda na década de 70. No Brasil, esse é um conceito novo, iniciado em meados dos anos 90 por alguns supermercados dispostos a atrair a atenção dos consumidores para áreas de pouco tráfego ou para um novo produto em oferta. Depois vieram as feiras e exposições e, desde 2006, uma demanda mais significativa por parte do varejo e de promotores de eventos artísticos e culturais.

Esse vínculo marcante na memória do consumidor resulta em aumento das vendas. Uma pesquisa comportamental realizada na Alemanha sinaliza que o uso de fragrâncias personalizadas aumenta em 15,9% o tempo de permanência do cliente no ponto de venda, em 14,8% a probabilidade de compra e em 6% as vendas reais.


Os aromas mais adequados para as lojas de moda são os hesperídios (cítricos), com origem no limão, laranja, tangerina, bergamota e lima da Pérsia. Eles promovem a sensação de bem estar, alegria e contentamento, são aromas unissex e jovens que sugerem a despreocupação.

Porém, para colher bons resultados, o caminho é desenvolver um aroma exclusivo a partir dessa base, pois as fragrâncias comerciais estão disseminadas pelo mercado e já não criam resultados positivos pois perderam o referencial de origem – já que todos usam o mesmo aroma.

É preciso fazer uma análise da faixa etária do seu público-alvo, origem e hábitos, cruzando esses dados com o conceito da marca e do produto. Por exemplo, qual período foi impactante na história de vida do seu público-alvo? Quais experiências e aromas eram predominantes e positivas naquele período? Em qual aroma podemos adequar para os dias atuais, resgatando àqueles sentimentos bons?

PERÍODOS
AROMAS DE REFERÊNCIA
1950
Gumex; lança-perfume; naftalina; óleo de peroba; creolina; cera Parquetina; Varsol; pó-de-arroz; English Lavander; Seiva de Alfazema; Leite de Rosas e Cashmere Bouquet.
1960
Água sanitária; lustra-móveis Shell; cera de sapato Nugget; talco Johnson; sabonete Phebo; Acqua di Selva; Brilcrem; Fidji; Rastro.
1970
Pinho Sol; Brüt; Wild Musk; Charlie; Anäis Anäis; Acqua Fresca; Pinho Campos do Jordão; Opium.
1980
Limpadores; amoníaco; Drakkar Noir; Azzaro; Paris; Poison; Giorgio.
1990
Poluição atmosférica; CK One; Polo; Kenzo; Fahrenheit; aromaterapia.
2000
Essências da Amazônia.
FONTE: CROMA MICROENCAPSULADOS.

*Eduardo Vilas Bôas coordena o MMdaMODA. Graduado em Moda, pós-graduado em Gerenciamento de Marketing e pós-graduando em Comunicação e Semiótica, além de vários cursos de extensão universitária em visual merchandising, tem experiência em Coordenação de Visual Merchandising para uma grande rede de lojas e com Marketing de Moda para uma tradicional marca de fitness wear. Desenvolve pesquisas na área, além de ministrar cursos e consultoria de visual merchandising. É também docente do Senac São Paulo e colunista do Portal Audaces sobre educação de moda (contato@mmdamoda.com.br).

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