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Featured Posts

26 de set de 2016

UPCYCLING: SUSTENTABILIDADE E DIFERENCIAÇÃO PARA O VISUAL MERCHANDISING


Por Eduardo Vilas Bôas*

Nunca ouvi falar tanto em upcycling como agora. Mas, afinal, o que é isso?

É um termo em inglês que designa algo bastante comum no Brasil. Lembra daqueles famosos 3Rs? (Reduzir, reutilizar e reciclar). Pois é, upcycling nada mais é do que o R de Reutilizar, ou seja, dar um novo uso para algo que está para ser descartado, seja porque ficou velho, esquecido, já foi explorado suficientemente, porque o interesse comercial já findou seu ciclo de vida ou porque não há recursos financeiros para aquisição de novos itens de reposição.

Upcycling é o oposto de downcycling, o qual se refere a reciclagem e deve ser a última opção da indústria e do varejo, já que um processo de reciclagem envolve o consumo de matérias-primas virgens e o uso de insumos importantes como água e energia. Downcycling é a transformação física ou química do material.

O termo upcycling foi descrito pela primeira vez em 1994 pelo ambientalista alemão Reine Pilz, mas, somente em 2002 que ganhou visibilidade por intermédio do livro “Cradle to Cradle: Rethinking the way we make things” (Do berço ao berço: repensando nossa forma de fazer as coisas), escrito pelo arquiteto William McDonough.

22 de set de 2016

INDICADORES DE DESEMPENHO VERSUS VISUAL MERCHANDISING


Por Mariana Costantini*

Você sabia que a maioria das empresas varejistas que fecham suas portas nos primeiros anos é por consequência de uma gestão comercial deficiente? Entenda que a boa gestão no varejo passa, obrigatoriamente, pelo uso dos indicadores de desempenho.

Com base em diversos critérios podemos avaliar resultados comerciais e mensurar se as estratégias escolhidas pela empresa são eficientes e, a partir daí, trabalhar ações de correção ou melhoria, já que na prática a função de cada indicador de desempenho é aumentar a satisfação dos consumidores (mais vendas > maior margem de lucro).

Também conhecidos como KPIs (sigla para o termo em inglês Key Performance Indicator, que significa indicador-chave de desempenho), são bem específicos e variam de acordo o tipo de serviço ou produto comercializado. Os indicadores, portanto, são números apurados com a finalidade de avaliar a performance de uma determinada atividade permitindo a empresa gerenciar-se a fim de atingir suas metas.

Os Indicadores de Desempenho podem ser em numerais, percentuais ou valores absolutos, mas, independente, vão ajudar na tomada de decisões através da análise das metas alcançadas e visualização da evolução de cada área.

15 de set de 2016

CURSOS INTERNACIONAIS DE FORMAÇÃO EM VISUAL MERCHANDISING


Por Eduardo Vilas Bôas*

Você já deve ter percebido que não há cursos de formação profissional específica em visual merchandising no Brasil. E está correto, já que a meia dúzia de cursos livres, extensões universitárias e especializações (lato sensu) ofertadas na praça não conferem diplomas, mas apenas certificados.

O diploma, por ser um documento formal, só pode ser emitido por instituições de ensino com cursos reconhecidos pela autoridade educacional, o Ministério da Educação, habilitando o titular ao exercício de uma profissão. No Brasil, basicamente, certificam-se os cursos técnicos, as graduações, os mestrados e doutorados.

Portanto, ainda não é possível ter um diploma reconhecido pelo MEC com formação específica em visual merchandising no país, por mais que a profissão seja reconhecida e tenha até números na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações): 3751-10 para Vitrinista e 3751-15 para Visual Merchandiser.

Essa carência na oferta de cursos de formação é reflexo de vários fatores:

12 de set de 2016

5 ERROS MAIS COMUNS NO VITRINISMO


Por Cristiane Mendes*

Se compararmos uma loja a uma revista de moda, posso afirmar que a vitrine seria sua capa, na qual se apresenta o que há de melhor e mais atrativo para aquele momento através de uma edição minuciosa.

No varejo moderno as vitrines assumem um papel cada vez mais importante no gerenciamento das marcas (branding), seja com fins estéticos, instrucionais, conceituais ou até promocionais, o propósito, assim como na capa de uma revista, é destacar uma mensagem e reforçar o posicionamento da marca para o consumidor e a concorrência.

Antes de iniciar a montagem de uma vitrine é importante compreender os principais conceitos a serem trabalhados e também os cuidados que devem ser tomados na concepção desse projeto, uma vitrine quando bem elaborada pode ampliar as chances de atrair a clientela, porém, quando mal projetada pode criar o efeito contrário.

10º SEMINÁRIO DE TENDÊNCIAS TENDERE: ASSERTIVIDADE EM CENÁRIOS FUTUROS E TENDÊNCIAS CRIATIVAS

 

O Seminário de Tendências Tendere é o maior evento realizado pela empresa, acontece semestralmente desde 2012, atendendo a demanda por mais pesquisa de tendências criativas e cenários futuros especializada em Brasil. Por isso, o 10o. Seminário de Tendências Tendere apresentará os resultados de pesquisa para outono-inverno 2018 com foco na realidade de consumo e produção nacional e do Hemisfério Sul.

A Tendere desenvolve suas pesquisas com base em relatórios e monitoramento das realidades sócio-culturais do hemisfério sul (América Latina, sul dos Estados Unidos, África Subsaariana, Oceania e capitais da moda (Paris, Nova Iorque, Milão/Florença, Londres, Madri e Lisboa).

Confira a programação da 10ª edição (dia 20/10) e reserva a sua vaga. 

08h10 - Credenciamento
08h40 - Abertura Solene
09h00 - Cenários Futuros: Tendências de Mercado (Tendere)
09h40 - A Escolha das Cores (Butique de Cursos Ana Vaz)
10h20 - Cenários Futuros: Tendências de Consumo (Tendere)
11h00 - Estampa como elemento estratégico na Moda (Unikko)
11h20 - Metodologia Tendere e Macros Criativas Outono Inverno 2018
12h00 - Networking Lunch
13h30 - Macrotendências 1 e 2 (Tendere)
15h30 - Coffee Break
16h00 - Macrotendências 3 e 4 (Tendere)
17h30 - Coquetel
18h00 - Finalização do Evento

Mais detalhes no evento do Facebook (https://www.facebook.com/events/187593451652114/) ou no site da empresa www.tendere.com.br

5 de set de 2016

BRANDING APLICADO AO PDV DE MODA: QUATRO EXEMPLOS PARA SE INSPIRAR

Por Thaís Possobom*

O termo branding está muito em evidência e é cada vez mais explorado pelas empresas. Isso porque o mercado tem percebido a importância da identidade de suas marcas e buscado ferramentas que proporcionem um relacionamento mais efetivo com o cliente, haja vista o fato de que o consumidor não compra mais apenas pela promessa de um bom produto: ele precisa se identificar com os princípios da marca e escolhe-las como se fossem amigos, de forma a fazerem parte de suas vidas.

Mas, afinal, do que realmente se trata o branding e como pode ser aplicado diretamente no ponto de venda?

Por definição, a palavra trazida do inglês significa algo como a movimentação da marca e é, segundo Keller e Machado (2006), o conjunto de diversas atividades acerca de uma marca com o objetivo de atingir um diferencial competitivo no mercado, ou seja, estamos falando o gerenciamento de marcas.

18 de ago de 2016

ABIESV PROMOVE DEBATE INÉDITO SOBRE SUSTENTABILIDADE E VISUAL MERCHANDISING

Evento realizado quinta-feira (11/8) também discutiu o futuro das lojas frente às novas tecnologias
Julio Takano, arquiteto e presidente da Abiesv.

Questões financeiras, falta de comunicação entre as áreas administrativas e de criação e desconhecimento de recursos sustentáveis e recicláveis são os grandes entraves para que o varejo brasileiro desenvolva melhor a questão da sustentabilidade no ponto de venda. Esta foi a principal conclusão do debate ‘Visual merchandising e sustentabilidade’, promovido nesta quinta-feira, 11/8, pela ABIESV – Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Serviços para o Varejo.

De acordo com especialistas na área, varejistas e demais participantes, esta é a primeira vez que o tema tem essa abordagem e alcance, unindo representantes das áreas de arquitetura / construção, consultorias e visual merchandisers, que puderam expor quais os principais entraves para que o varejo brasileiro possa avançar com mais velocidade dentro desse tema. O entendimento geral entre os debatedores é que faltam integração, engajamento e educação com foco na sustentabilidade. Para eles, a saída é a “criatividade”, com estímulo às equipes para contribuir com ideias inovadoras. Mas concordam que para mudar é necessário transformar essa necessidade em plano de negócio. 

15 de ago de 2016

RIACHUELO OSCAR FREIRE GANHA NOVA FACHADA

 

Amanhã, terça-feira, 16, a Riachuelo da Rua Oscar Freire entra no clima das coleções de verão com uma nova fachada assinada pela artista Luzia Simons (foto abaixo), conhecida internacionalmente por suas obras que retratam flores. A curadoria é da galerista Nara Roesler.

ENTRE NATURAIS E SINTÉTICOS, CONHEÇA 10 OPÇÕES DE REVESTIMENTOS PARA O CHÃO DE LOJA

Por Mariana Costantini*

Como definir o melhor piso para o chão de um estabelecimento comercial? Você sabia, por exemplo, que os pisos mais escuros exigem menor manutenção de limpeza, mas necessitam de maior iluminação?

A definição das cores, padronagens e texturas que vão revestir o chão de loja devem levar em consideração muitas características além das técnicas. O piso de loja deve, também, ter coerência com toda a identidade de marca e imagem de loja.

Pensando em detalhes como beleza, coerência, manutenção e custos, destacamos as duas principais premissas para definir como será o chão da sua loja.

Durabilidade: é importante levar em consideração a localização da sua loja e o tráfego de pessoas. Uma loja de rua (tipo calçadão) tende a receber mais pessoas com sapatos molhados, maior sujeira e impacto, por isso, o piso precisa ser super-resistente. Já para uma loja de shopping ou butique a solicitação física é um pouco menor, logo, pisos mais sensíveis como laminados, mármores e cerâmicas de menor PEI são aceitáveis.

8 de ago de 2016

TÉCNICAS DE EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS PARA LOJAS DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Por Eduardo Vilas Bôas*

O varejo de materiais de construção demonstra-se bastante consolidado no Brasil, haja vista dados de uma pesquisa realizada pela ANAMACO (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), a qual aponta a existência de aproximadamente 133 mil varejistas de materiais de construção no país, dos quais 81% das lojas têm mais de 10 anos de operação.

O fato é que nem todos lojistas evoluíram o necessário e, com a diminuição do consumo de artigos que contemplam o portfólio do básico ao acabamento, as lojas precisam se reinventar e dar atenção à aspectos, até então, subestimados. O consumidor de material de construção, acostumado com a onda de conveniência que atingiu o varejo de maneira geral, também quer comodidade e acesso direto aos produtos.

Isto é, não cabe mais aquele modelo de loja marcado por um ambiente atulhado de produtos estocados atrás de um balcão. Entra em cena um novo conceito de loja de materiais de construção: mais limpas, claras, multiprodutos e organizadas por gôndolas favorecendo o autosserviço.
 
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